terça-feira, 2 de outubro de 2007

A Ópera e o Malandro


A Ópera e o Malandro I

Vem meu amooooooor, vem fazer glu-glu! Mon-amour! André Moraes reuniu um elenco estelar que incluiu Wagner Moura, Lucio Mauro Filho, Lázaro Ramos, Luciano Szafir, Jairzinho Oliveira e Thais Araújo. Tudo isso para fazer uma abobrinha musical cinematográfica chamada a “Ópera do Mallandro”, com dois L. Na sessão noturna do cinema Odeon, quase todo o elenco (faltando apenas o casal Ramos Araújo) subiu ao palco para saudar Sérgio Mallandro, muso e homenageado do curta. Todos que lá subiram, entre atores e técnicos, fizeram “glu-glu”, com direito aos trejeitos e passinhos do apresentador de tv. E Wagner ainda aproveitou para dar uma espinafrada no colunista Diego Mainardi (revista Veja e Manhattan Conecction), por este ter esculhambado a produção cinematográfica brasileira atual e (acreditem!) as sobrancelhas do protagonista de Tropa de Elite. E o filme? Ainda bem que é um curta!

A Ópera e o Malandro II

Bruno Safadi. Guardem esse nome. O cinema autoral ainda vai ouvir falar desse jovem diretor que conseguiu com seu filme “Meu nome é Dindi”, esvaziar a sessão do Odeon, tão rápido quanto Sérgio Mallandro encheu com seu curta, quinze minutos antes. Dona de uma quitanda à beira da falência, a personagem Dindi luta perigosamente pela sua sobrevivênvia. Mas pelo visto, não consegue salvar nem o filme. O que é uma pena, porque Carlo Mossy (o açougueiro), Nildo Parente (o palhaço) e Maria Gladys (a vizinha) são jóias raras da dramaturgia cinematográfica brasileira, com tempo de serviço prestado e que poderiam ter sido muito melhor aproveitados em seus papéis.

A Ópera e o Malandro III

Festa na Tenda de Copacabana. Todos dançando na boate ao som dos anos 80. E quem ficou até o final da farra ainda curtiu uma canja com Sérgio Mallandro, que cantou seu repertório inteiro pra fazer vagabundo pular e se esbaldar, hehehe!

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