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quarta-feira, 22 de novembro de 2006

O PT, as Ongs, as Estatais e a Mulher do César

No início do governo Lula o músico Chico Buarque comentou numa entrevista que o presidente deveria criar o ministério do “Vai dar Merda”. Seria um ministério que, tecnicamente, daria a ultima palavra sobre determinadas ações governamentais e, depois de considerar todas as variáveis emitiria a famosa opinião: “presidente, não vá por aí, isso vai dar merda!” Houvesse o nosso Luizignácio concordado com o Chico teríamos assim evitado dissabores tais como o mensalão, os aloprados, o Zé Dirceu, Genoíno e, agora, o escândalo dos financiamentos da Petrobras a determinados grupos, associações e Ongs.

Como bem deve saber o formulador da idéia do ministério do “Vai dar Merda”, toda vez que a dita-cuja aparece se faz um silêncio imenso, as pessoas tendem a olhar para os lados ou para cima, alguns até balançam os corpinhos e começam a assobiar. Ninguém assume a responsabilidade, e aqueles que já tinham alertado antes acabam ficando constrangidos em apontar para os “cagalhões” e dizer: “pô, bicho, eu te disse, não foi?”

Para quem não está acompanhando de perto ou vive em outros estados da Federação vamos aos fatos: no último domingo e na segunda-feira o jornal O Globo publicou matéria de capa sobre os financiamentos da Petrobrás beneficiando algumas Ongs e outros grupos diretamente ligados ao PT. O presidente da Petrobrás rebateu dizendo que tudo está dentro dos conformes e que não há ilegalidade na forma como os recursos foram repassados. Esquece-se o presidente da estatal do famoso ditado romano que dizia não bastar à mulher do César ser honesta, ela também deveria parecer honesta.

Não é de agora que se fala e que se sabe que a Petrobras, pelo menos no Rio de Janeiro, e pelo menos no que tange a determinadas áreas, ficou refém dos humores daqueles que tomam cafezinho junto e batem nos ombros de alguns diretores e aspones de alto coturno. Os comentários sempre rolaram. Curioso é que o sistema Globo tenha deixado passar as eleições para soltar as informações sobre o caso. Tanto se fala do compromisso da Globo com a direita porque então a matéria não saiu antes para ajudar o candidato direitoso do Psdb? Responderia o velho Brizola: “Ah, o PT é a esquerda que a direita gosta!” Pronto, temos então a resposta.

Ao resolver tratar recursos públicos como se privados fossem o PT, as Ongs e outros grupos a ele ligados correram o risco de acontecer exatamente o que está acontecendo agora. Houvesse uma assessoria do “Vai dar Merda” dentro da empresa, quem sabe...

O fato é que recursos públicos passaram a ser tratados como fundo de investimentos próprios. Se você não faz parte do grupo, se você não beija a mão de uns fulanos ou de outros beltranos nem pense em apresentar teu projeto porque nem mesmo da porta ele passará. Feio não?

Duas situações, no entanto, geram absoluto incômodo nessa história toda: 1) o absoluto silêncio das pessoas, grupos, organizações etc., que de uma forma ou de outro estão envolvidos ou são envolvidos a partir das ações de terceiros num sistema que até então deveria beneficiar aqueles que desenvolvem ações onde o governo é falho; 2) o oportunismo da oposição que, ao propor a CPI das Ongs, só quer surfar na onda do escândalo esquecendo-se que não fosse os trabalhos dessas Ongs esse país já teria explodido, pois é a ação social promovida por elas – as sérias – que propicia vida melhor a milhares de pessoas do país. Infelizmente, é possível que agora, por absurda irresponsabilidade de uns poucos, muitos tenham que pagar pelo erro.

Tudo na vida é risco. Chorar pelos cantos depois colocando-se como vítima das circunstâncias é hipocrisia e falta de vergonha na cara. O fato é que muitos dos que se locupletaram e ainda se locupletam com o que está dito nas páginas do jornal sabiam dos riscos que estavam correndo e, pensando no que dizia o agora grande amigo Delfin Netto, nem esperaram o bolo crescer, quiseram logo pegar sua fatia. Então que agora se expliquem.

O César, coitado, era cobrado pela honestidade da sua esposa, como se uma pessoa os dois fossem. Não adiantaria ao César dizer, “eu sou eu, ela é ela”, não bastava. A mulher do César tinha que ser honesta. E os mais rigorosos diziam ainda que tinha que ser honesta e parecer honesta. Paulo, o apóstolo, que era cidadão romano diz a mesma coisa em outra frase: “não basta evitar o mal, é preciso evitar também a aparência do mal”.

Em minha modesta opinião todos que lidam com recursos públicos, tanto na doação quanto no recebimento, deveriam recitar pela manhã, tarde e noite este ditado romano. E mais que isso, deveriam ter verdadeira obsessão por evitar não só o mal, como também a aparência do mal. Quem sabe assim começaríamos a construir um país com menos escândalos, menos corrupção e mais vergonha na cara.

domingo, 19 de novembro de 2006

Homem, jovem e negro - pronto para morrer!


Marcio Alexandre M. Gualberto*

O "Mapa da Violência 2006 – Os jovens do Brasil", apresentado em Brasília pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), comprovou o que há muitos anos outras pesquisas de menor porte e as organizações do Movimento Negro vêm afirmando: os jovens negros do país estão sendo dizimados.

Segundo o relatório, 93% dos jovens mortos no país são homens e, entre estes, a maioria absoluta é negra. As causas principais, segundo a pesquisa, são: suicídio, acidentes de trânsito e homicídios. O responsável pela pesquisa, Julio Jacobo Waiselfisz, frisa que nos fins de semana as taxas aumentam, não havendo dúvidas de que o consumo de álcool e drogas incide fortemente sobre os índices.

Pelo relatório publicado, entre 84 países, o Brasil encontra-se na terceira posição no que se refere à violência contra jovens. Segundo Júlio Jacobo, "mais de 20% da população jovem não estuda nem trabalha. Isso significa rua, bares, álcool, droga, transgressão de normas. Existe um jeito jovem de viver, mas também um jeito jovem de morrer", disse na apresentação da pesquisa.

Em linhas gerais, podemos resumir os resultados da pesquisa como uma enorme tragédia social para um país como o Brasil. Ao perder seus jovens o país perde cérebros, idéias, força de trabalho; as famílias não só perdem filhos, mas as mulheres perdem maridos e as crianças pais. A desestruturação social começa com a desestruturação familiar na qual a ausência paterna se faz sentir entre adolescentes e jovens que no futuro acabarão por repetir o triste ciclo histórico do pai que já se foi.

No caso das comunidades pobres e negras (o que é quase uma redundância em se falando de Brasil, apesar dos Kamels e Maggies da vida teimarem pelo contrário) vemos que esse impacto é muito maior. O que a pesquisa da OEI afirma agora já era dito pela Unesco em 2004. Segundo a pesquisa Mapa da Violência IV, com dados de 1993 a 2002, os homicídios entre jovens de 15 a 24 anos cresceram 88,6%, contra uma média geral de 62,3%.

O estudo também apontava que negros eram as maiores vítimas. Na população entre 15 e 24 anos, a taxa de assassinatos de afrodescendentes era de 68,4 mortos por 100 mil habitantes, 74% maior do que a média de brancos da mesma idade, de 39,3. O Rio de Janeiro ostentava o maior índice: 208,2 óbitos por 100 mil, seguido por Pernambuco (141,5/100 mil) e São Paulo (127,9/100 mil). Ou seja, é muita gente morrendo, são índices que mesmo países conflagrados por guerras civis ou de outros tipos não encontram. Algo, portanto, está muito errado.

Qual o motivo de tanta violência?

Relacionar, no entanto, a problemática juvenil apenas à questão da violência é um erro de análise, pois os jovens que morrem em atos violentos são apenas a ponta do iceberg de uma questão muito mais complexa, visto que a violência é efeito e não causa. Tocar no motivo de toda essa violência é a questão vital que se coloca.

É sabido que ações que envolvem escola, esportes, cultura e trabalhos, quando desenvolvidas de forma integrada, acabam por reduzir drasticamente os índices de violência. Um exemplo é o caso da Vila Olímpica da Mangueira, no Rio de Janeiro. Quando foi instalada na comunidade, os índices de crimes cometidos por jovens e adolescentes foram reduzidos quase a zero. Ou seja, ações como estas oferecem alternativas e isso é tudo o que precisam.

No entanto, e que isso fique bem claro, por mais eficazes que sejam estas ações, elas não provocam um risco sequer na couraça protetora do que é uma das grandes tragédias dos centros urbanos brasileiros: o tráfico de drogas. Pelo contrário, o que mais se vê é a livre convivência entre projetos sociais e traficantes, isso quando não se constituem acordos espúrios entre eles, nos quais os(as) jovens são tratados(as) como boiada e loteados(as) – uma parte para o tráfico e outra para os projetos sociais.

Atacar frontalmente o tráfico de drogas não é missão das ONGs, associações, igrejas e outros grupos que tentam desenvolver trabalhos em comunidades faveladas ou periféricas. Sabemos que o tráfico engloba redes que se iniciam nas altas coberturas da classe A e se tornam visíveis na ponta mais frágil que é a venda a varejo nos morros.

Pensar alternativas estatais de combate à criminalidade envolve fortes ações de combate a toda a rede que sustenta a estrutura do tráfico. Para isso, há que se ter vontade política e coragem para encarar os grandes figurões (políticos, empresariais, governamentais, entre outros) que lucram enormemente com o tráfico e suas ramificações.

Infelizmente, sabemos que entre os vários motivos pelos quais ações como estas não acontecem está o fato de que a ponta visível do tráfico de drogas é formada por jovens negros e estes estão prontos para morrer. Estão prontos porque a sociedade brasileira diz a eles, desde o seu nascimento, que eles devem estar prontos para morrer, e as pesquisas têm demonstrado isso.

Estamos numa guerra não para ver quem mata mais, mas para ver quem morre menos. Cada menino de uma comunidade que chega à idade adulta, que constitui família, que trabalha e/ou estuda é uma grande vitória. É sinal de que temos um sobrevivente desta guerra. Temos a continuidade. Temos nossa história seguindo adiante.

Sempre dizemos que não existe um problema do negro no Brasil, mas, sim, um problema do Brasil com seus(suas) negros(as). É hora da sociedade brasileira refletir sobre o que quer fazer com a população negra, com seus jovens negros. Matá-los é uma solução covarde, mas tem se mostrado eficiente até agora e não vemos interesse real em mudar esse quadro por parte daqueles(as) que têm autoridade e poder para alterá-lo.

No entanto, tal como jovens da Bahia têm afirmado, para não morrer é preciso reagir: “reaja ou será morto/reaja ou será morta”. E é por isso que a luta por ações afirmativas, cotas e espaço político têm sido, e deve continuar sendo, a principal ação do movimento negro brasileiro.

A moda entre alguns acadêmicos(as), jornalistas e quejandos que são contra as políticas de ação afirmativas é dizer que seus(suas) defensores(as) querem dividir o país e incorporar uma cisão entre raças na sociedade brasileira.

Pesquisas como o "Mapa da Violência 2006 – Os jovens do Brasil" demonstram o quanto eles estão errados. A divisão já existe! O único problema é que ela é invisível. São pesquisas como estas que dão a devida visibilidade àquilo que o movimento negro, mães e moradores(as) das comunidades já conhecem há muito tempo: é duro ser jovem, pior ainda se for jovem e negro.

E, para ilustrar com um caso real, para que não fiquemos apenas na frieza dos números, vamos contar a história do Bruno Ribeiro de Macedo. Alguns dias atrás, o pai de Bruno, com 77 anos de idade, teve um derrame e começou a passar mal na casa em que viviam no Jacarezinho.

Desesperado para levar o pai a um hospital, Bruno correu para a avenida para tentar parar um táxi. Depois de algumas tentativas, sem êxito (quem vive no Rio sabe o quanto motorista de táxi escolhe passageiro nessa cidade), finalmente um carro parou e Bruno nervoso e gesticulando muito foi explicando ao motorista o que estava acontecendo. Neste momento, tomou um tiro de um policial que achou que Bruno estava roubando o táxi.

Bruno era entregador de pizza, tinha 19 anos e era negro. No dia seguinte, Bruno e o pai foram enterrados juntos: um foi vítima, em sua velhice, das tristes condições de saúde pública do país; o outro, jovem, foi vítima do que de fato mais mata jovens negros no país, a discriminação e a indiferença.

*Jornalista, editor do Portal DuBIG e dos blogs Atentos à Mídia e Palavra Sinistra, colunista de Afropress e Crônicas Cariocas.

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

Protagonismo Juvenil e Cultura Urbana – a força arrebatadora da juventude brasileira

Marcio Alexandre M. Gualberto[1]

Findo processo eleitoral de 2006, em que debates de idéias e projetos para o país foram deixados de lado para que se desse vazão a um falso embate sobre ética e moralidade públicas, o fato concreto é que temas caros ao país, ao seu desenvolvimento e ao seu futuro nem mesmo entraram nas pautas programáticas de determinados candidatos. Um dos mais candentes destes temas, sem dúvida é a questão da juventude brasileira e seu protagonismo hoje no cenário político do país.

Questões como políticas de cotas e ações afirmativas, comunicação, mercado de trabalho, quilombos, violência urbana, saúde, educação, cultura entre tantos outros perpassarão, necessariamente, pela temática juvenil já que são os jovens os principais atores envolvidos nestes e outros debates.

Ignorar, portanto, a existência deste público como ator relevante não é só um erro político grave, como demonstra o quanto as instituições brasileiras precisam ainda se abrir para novos temas e novos públicos. Há que se notar, entretanto, que esta juventude não está paralisada, pelo contrário. Hoje o protagonismo juvenil é uma realidade e os jovens começam a tomar a condução de determinados processos com toda a energia que os caracterizam.

Prova disso tem sido demonstrada com a pujança da cultura urbana que a cada dia se fortalece mais graças à força-motriz desta juventude. São elementos tais como o hip-hop, o funk, o samba (com as novas gerações chegando e assumindo seus lugares nas rodas), com o skate, o basquete de rua, a moda, a linguagem (ela também corporal) entre outras ações que estão aí e não precisam ser pontuadas.

Fato é que falar hoje em cultura urbana é falar em juventude e mais ainda, é falar em juventude negra suburbana, periférica, pobre e, por tudo isso, extremamente criativa, guerreira e ciente de que há um mundo a ser conquistado. São jovens que ora estão nas universidades - via cotas, via Prouni, ou não; que estão na música, na produção, nos esportes e em tantos outros lugares dizendo: “Estamos aqui e queremos nosso espaço!” De modo semelhante são estes jovens que estão de uma forma ou outra dizendo aos mais velhos que há outras formas de operar a política que é hora de “passar o bastão”.

É fundamental, portanto, para a sobrevivência política dos movimentos sociais como um todo e do Movimento Negro em particular, olhar com calma para estes gestos e compreender as mensagens que estão sendo enviadas. Ignorar a presença ou mesmo fechar espaço para os jovens poderá num futuro próximo, não só limitar o surgimento de novas lideranças como, também, envelhecer os próprios movimentos.

Entender que a sabedoria dos mais velhos é mola condutora dos grupamentos humanos é obrigação dos mais jovens, mas cabe também aos mais velhos compreender que os processos de renovação é que propiciam a manutenção dos grupamentos. Que venham as novas lideranças, os novos olhares, nas novas formas de agir e, principalmente, a energia e força necessária para o momento de embate que a cada dia se aproxima.



[1] Jornalista, editor do Portal DuBIG e dos blogs Atentos à Mídia e Palavra Sinistra, colunista de Afropress e Crônicas Cariocas.

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Quer baixar vídeos do Youtube de outros locais da Internet?

O VDownloader é uma ferramenta necessária e muito eficiente para você que é compulsivo por assistir os vídeos do YouTube, Google Vídeo e DailyMotion. Desenvolvido pela Universidade Européia de Madrid, ele permite que você baixe os vídeos que são disponibilizados na Internet de uma maneira prática e rápida.


Fácil de manusear

O sistema feito para baixar os vídeos funciona de uma forma muito simples: basta entrar no site escolhido, procurar o seu vídeo e copiar o link do seu navegador no campo Video URL do VDownloader. Aperte o botão download e acompanhe o progresso logo abaixo na lista de vídeos.

Formato dos vídeos:

A grande vantagem do VDownloader é o formato que ele disponibiliza seus vídeos. Por exemplo, você poderá salvar os seus vídeos diretamente em MPEG, AVI e PSP.

Para configurar a extensão desejada também não há nenhum segredo: clique na guia Options, escolha Preferences e a tela de configuração já aparecerá. Selecione o formato que desejar baixar e pronto! O VDownloader foi configurado para usar a extensão selecionada.

O próprio programa também possui um arquivo executável chamado ffmpeg. Trata-se de um codec que vai transformar seus vídeos para que você possa assisti-los no formato MPEG. Não é necessária nenhuma configuração, basta clicar e ele se instalará automaticamente.

Ajustes de Vídeo e Som:

Na guia Preferences, você poderá aumentar ou diminuir o tamanho do vídeo. Escolha a largura em Width e a altura em Height. Para o som, é possível alterar o bitrate (taxa de bits), que controla a qualidade do áudio. Quanto maior o bitrate, melhor será a qualidade.

Sistema de Busca:

O programa também agiliza o sistema de busca de vídeos. Basta escolher qual página você quer buscar utilizando a guia Browse (Procurar) e o VDownloader abrirá automaticamente o local para você começar a buscar seus vídeos.

O que é?

YouTube

Comunidade que oferece a oportunidade de armazenar e assistir vídeos online colocados por usuários sem precisar pagar nada.

YouTube, vem do significado de uma gíria — "televisão". É o site mais famoso de vídeos e foi fundado em 2005 pelos criadores do sistema PayPal. As estatísticas oficiais confirmam que diariamente mais de 30 milhões de pessoas acessam o YouTube para assistir os vídeos.

Google Vídeo

Funciona da mesma maneira do YouTube, você pode assistir e colocar vídeos na Internet sem custo algum. No Google Video há uma quantidade imensa de vídeos e muitas categorias para você se divertir ou até aprender ou pouco mais sobre determinado assunto. Exatamente no dia 10 de outubro, o Google comprou o YouTube por aproximadamente 1,6 bilhões de dólares.

DailyMotion

O recente DailyMotion surgiu em meados de 2006. Um site português que funciona da mesma maneira que o Google Vídeo e o Youtube. O grande diferencial do site é que ele possibilita a criação de grupos para compartilhar os seus vídeos. O VDownloader também baixa vídeos do site Grinvi.

É hora de baixar vídeos! Conheça o Vdownloader e baixe seus vídeos preferidos em um piscar de olhos e sem complicação!


baixar VDownloader


Para fazer a visualização do vídeo, foi usado o Windows Media Player, mas você pode usar qualquer outro player de sua preferência. Confira uma lista dos mais famosos clicando aqui.