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segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

Sobre o poema abaixo

Patrícia escreve dizendo é do Veríssimo. Conversando com Adriana ela me disse que o poema não era dela, mas que também não sabia quem era o autor. Então temos a primeira opção do Veríssimo ou a dúvida eterna do poeta anônimo.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Um belo poema

Às vezes ao navegar pelas ondas bravias da Web nos de paramos com algumas surpresas agradáveis. Não escondo de ninguém que sou um rato de internet, participo de listas, orkuts e quetais. Pois foi no Orkut, dando uma olhadinha aqui, outra acolá que fui parar no perfil da Adriana Piaia. Pessoa que não conheço, que nunca vi, mas que tive a grata supresa de ler o belo poema que transcrevo abaixo. Creio que seja da própria Adriana, pela forma como está descrito na comunidade. Gostei demais dos ultimos versos, espero que gostem também.


Pros erros há perdão;

pros fracassos, chance;
pros amores impossiveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
O romance cujo o fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando,
porque embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu."

Adriana Piaia